domingo, 27 de outubro de 2013
Penderecki
I'm at a stage knowing more deeply the music of a composer who is still alive (something rare in classical music). He was born in 1933. Penderecki, great master of music ... comparable to Beethoven
sábado, 26 de outubro de 2013
Fase Elgar
Este blog funciona por vezes de diário de audições...estou numa fase Sullivan, Offenbach...suas divertidas operetas, mas, principalmente, numa fase Sir Edward Elgar...a música britânica é uma das menos ouvidas, disso sabemos...mas, eu sempre tive uma queda maior pela música britânica do que, por exemplo, pela música italiana...são grandes mestres que o Reino nos legou: Purcell, Elgar, Britten, Finzi, William-Walton, Vaughan Williams, que é o compositor inglês que mais escreveu obras primas nos mais variados gêneros e por ai vai...aliás, a aparência e o bigode de Elgar são elementos de um tempo onde homem era homem de verdade...
terça-feira, 15 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Katchaturian e seu concerto
O concerto para violino de Katchaturian é a obra que tem mais me encantado ultimamemte. Além dele, tenho ouvido bastante Sir Edward Williams Elgar.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Beethoven - Happy Birthday (Piano version)
Espetaculares estas variações a partir de obras de Beethoven....
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Nos tempos do Serialismo
O patrono da Nova Música, todos sabemos, é Arnold Schoenberg, mas, Anton Webern é o grande herói do Serialismo, aquele que apontou o caminho da Nova Era. A incrível organização de Webern, sua lógica e pureza musical acabaram se tornando uma torrente que levou com ela toda a vanguarda internacional. Música abstrata, matemática, que evitava as armadilhas do romantismo. Mas, nada surge do nada! Um dos mestres que foram a força seminal aos olhos da nova escola de Viena foi Edgar Varèse. Ele rompeu com todo o passado na música. Sua obra Ionisation de 1931 rompeu com esta tradição. Sua música hoje está esquecida, menos esta obra, pois se tornou base para o serialismo. Nessa obra foi provado que era possível escrever música sem melodia, harmonia ou contraponto.
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Depois da segunda grande guerra, mestres como Messiaen, Boulez, Stockhausen e Milton Babbitt buscaram superar Varèse criando linhas diferenciadas. Eles seguiram de onde Webern parou. Para os mestres serialistas foi Webern e não Schoenberg quem levou a arte musical para seus extremo lógico cruel. A música de Webern, apesar da brevidade, está cheia de dados e contém uma polifonia rica, típica dos flamengos renascentistas. Messiaen surge depois de Webern, numa busca de serializar outros elementos além de notas e alturas. Criou uma música rica, individual, mística e muito ligada à Natureza. Muitos mestres como Stravinsky e Penderecki usaram técnicas serialistas em obras completas ou trechos em seu corpo de opus. Mas, Stockhausen se provou o mais prolífico e inventivo neste sentido.
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Depois de três décadas de pompas do serialismo, tudo se acabou num último fraco suspiro. Depois de anos de polêmica e sucesso, somente algumas obras serialistas de Alban Berg ainda se mantém no repertório internacional: sua suite lirica, a ópera Lulu e o concerto para violino a um Anjo. O único compositor que fez parte dos primórdios do Serialismo e que tem chances de se manter no repertório é justamente Messiaen, hoje em dia, pela sua linguagem sincera musical, mesmo usando o serialismo - algo tão difícil para o noviço - como linguagem musical.
Texto: Denison Rosario
sábado, 16 de março de 2013
Penderecki
Estou numa fase conhecendo mais a fundo a música de um compositor que ainda está vivo (coisa rara na música erudita). Ele nasceu em 1933. Penderecki, grande mestre da música...comparável a Beethoven ou Bach.
Eu não consigo gostar muito da música dos anos 50, 60, ainda pós-serialista, mas, tenho gostado muito, sobretudo de sua criação coral, dos anos 80, 90 e mesmo de anos como 2003, 2009, etc.
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