Powered By Blogger

CINEMA, MÚSICA, PINTURA

Este Blog é produzido e dirigido por:



Denison Souza, arte-educador, escritor free lancer;

meu trabalho já foi publicado no Jornal do Recôncavo e Correio da Bahia

domingo, 25 de agosto de 2019

Vamos brincar de comparar os cinco genios classicos de Viena: Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert e Brahms Sinfonia Haydn foi o rei absoluto em seu tempo neste genero. Como ele foi o primeiro grande mestre do genero, nao pode ser comparado a ninguem. Sua colecao eh uma das mais valiosas do repertorio. Mozart compos muitas sinfonias de ocasiao. As ultimas tres sinfonias sao obras primas. Compos menos da metade da quantidade das sinfonias de Haydn. Umas outras cinco sinfonias sao interessantes. Schubert compos menos obras primas ainda no genero. A maioria sao obras de ocasiao, italianizadas. Apenas a 8 inacabada e a 9 merecem destaque. Beethoven inaugurou o limite de 9 sinfonias apenas. Depois dele, a maioria so escreveria nove e pronto. Sua colecao de sinfonias forma um conjunto universalmente celebrado. Brahms escreveu apenas quatro sinfonias. Um homem de espirito vienense escrever apenas quatro? Sao belissimas e de alto nivel, mas nao formam um conjunto fora de serie como o de Haydn ou Beethoven sinfonias: Haydn e Beethoven ganham Bale A primeira escola de Viena decepciona no genero bale. Haydn, Mozart e Beethoven foram uma tragedia neste genero. Tambem, o bale so ganhou vulto depois da criacao do bale dramatico pelos russos no seculo XIX. Schubert tambem decepciona. E Brahms, avesso a obras com mais de 1h, nunca escreveria um, assim como nao enfrentou escrever oratorios ou operas. Bale: nenhum ganha Quarteto de cordas Haydn nao pode ser comparado de novo. Foi o primeiro genio do genero. Mozart compos seguindo o modelo de Haydn e compos algumas obras primas, mas sua colecao nao fecha um ciclo como o de haydn. Schubert compos bastantes quartetos, Mas um punhado eh obra pirma, seguindo uma forma tradicional. Brahms compos poucos quartetos, apenas para exibir sua linguagem pessoal neste genero, Beethoven foi o mestre absoluto nos quartetos de cordas, igualando Haydn, superando-o na fase romantica e superando a si mesmo na ultima fase, criando um mundo atemporal. Seus quartetos so foram igualados no seculo XX por Bela bartok. Quarteto: Haydn e Bethoven ganham Outras obras de cámara Trios, quartetos e quintetos com piano, outros instrumentos, sonatas a due, etc. Nesse genero todos os cinco mestres sao imbativeis! a musica de camara em geral de Schubert eh magnifica, a de Brahms, um espetaculo, a de Beethoven, fora de serie, a de Haydn e Mozart, nem se fala. Todos aqui empatam.. Outras obras de cámara: todos ganham Lied A primeira escola de viena eh uma negacao neste genero. Haydn era pessimo, Mozart pior ainda e Beethoven era mais ou menos, Fica para Schubert o cargo de primeiro genio do genero Lied. Brahms soube continuar com dignidade a tradicao de Schubert. Lied: Schubert e Brahms Quinteto de cordas Haydn nao chama a atencao aqui. Nem Beethoven. Schubert escreveu um Quinteto de quase uma hora em C maior, espetacular, herculeo, obra prima maior. Mozart escreveu Quintetos para cordas magnificos. E Brahms tambem nao fica embaixo. Quintetos: Mozart, Schubert e Brahms Concerto Haydn foi um mestre neste genero. Mozart nem se fala, ainda superior. Criou obras belissimas para todos os instrumentos imaginaveis. Beethoven dominou tambem os concertos. Brahms nao fica embaixo, Schubert nao escreveu nenhum. Concerto: Haydn, Mozart, Beethoven, Brahms empatam Musica Sacra Haydn foi o maior escritor de musica sacra do seu tempo. Escreveu obras primas em formato oratorio e missas, Mozart escreveu oratorios sofriveis e missas mais divertidas que serias, com excecao das incompletas Missa em C menor e Requiem. Beethoven escreveu mal oratorio e uma missa razoavel, mas a sua Missa Solemnis eh um dos pinaculos da musica sacra universal, junto com a Missa em Si menor de Bach, Schubert escreveu belas missas. Ta dentro, Brahms, como nao gosta de musicas acima de uma hora, nunca escreveu missas e nem oratorios, portanto seu unico exemplar notavel eh seu Requiem Alemao. Musica Sacra: Haydn e Schubert Obra para piano solo (foco em Sonata para piano e Conjunto de Variacoes para piano) Todos os cinco sao feras e chamam a atencao. Sendo que Beethoven forma um conjunto um pouco mais notavel e fora de serie que os outros quatro. Obra para piano solo: Todos empatam, Beethoven se destaca um pouco mais. Opera Haydn e Schubert nunca tiveram operas suas no repertorio internacional. Brahms, por nao gostar de escrever obras longas, acima de uma hora, nunca escreveu opera. Tambem, viu que ano tinha condicoes de competir com Richard Wagner. Beethoven escreveu apenas uma opera. Com muita dificuldade. Obra prima, mas apenas uma! Ficou para Mozart o cargo de maior escritor de operas entre os cinco. Opera: Mozart Musica para Coro Nesse aspecto Haydn nao chama tanta a atencao. Mozart chama mais. Beethoven supera Mozart. Schubert empata. Brahms empata tambem. Musica para coro: Beethoven, Schubert e Brahms ganham Resultado: Haydn ganha em 6 generos Mozart ganha em 5 Beethoven ganha em 6 Schubert ganha em 6 Brahms ganha em 6

sábado, 11 de maio de 2019

PEQUENO COMENTÁRIO SOBRE O PRIMEIRO MOVIMENTO ALLEGRO DO CONCERTO PARA VIOLINO DE SIBELIUS

Não sou fã de concertos, ainda mais de expressões românticas; mas certos concertos tem a seriedade de uma obra de câmara. O concerto para violino de Sibelius é um desses. Neorromântico e livre por excelência. Cheio de inovações inusitadas. Vamos falar como é um allegro inicial de um concerto tradicional. Temos uma introdução orquestral e em seguida a entrada do violino solando, que seria a exposição, que envolve geralmente dois temas. Um tema e depois o outro. Depois temos o desenvolvimento. Nesses compassos os dois temas são entrelaçados e a música progride usando os dois temas se desenvolvendo ao longo dos compassos. No final vem a reexposição onde os dois temas são repetidos, praticamente mudando muito pouco do que foi apresentado na exposição. E antes da coda (que são os compassos finais do movimento), vem uma cadência (que é um recitativo solo do violino); geralmente esta cadência fica há 3/4 do total de tempo do movimento. Sibelius nem está ai para as regras! No movimento inicial do concerto para violino de Sibelius ele faz tudo de forma diferente, sempre surpreendente e, diria até, anárquica. De início, não há uma introdução orquestral; as cordas da orquestra entram sussurando em trêmulo como numa sinfonia de Bruckner e o violino já entra com seu primeiro tema em 2/2 de forma incisiva, exótica, cruel. Sendo que a menos de dois minutos do movimento, de forma inusitada e surpreendente surge...uma cadência do violino...mais ou menos aos 1 min e 50 segundos de começada a música...mas, tão brilhante, quanto inesperada...mas como? ela só existe lá no final, 3/4 depois de começada a peça! Aqui, não. Há uma cadência logo no final da exposição do primeiro tema; atitude absolutamente inusitada e inédita. Como se não bastasse, depois da estranha cadência, surge, aos 2m30seg, o segundo tema, sendo que não tem solo de violino neste tema. O violino se cála e a orquestra fúnebre e assustadora lança o segundo tema tendo como foco os violoncelos e fagotes (que escolha estranha!) no estranhíssimo ritmo de 6/4, isso mesmo: 6/4, e sem participação do violino. Isso eu nunca vi, pelo amor de Deus, senhores! Dai vem o terceiro tema...aos 3 min e 40 seg mais ou menos, geralmente não há um terceiro tema...neste o violino se lança em seu mais lindo agudo, de expressão altamente romântica, sem ser piegas. Momento belíssimo do movimento, de claras linhas de pureza romântica. Depois dessa exposição altamente desenvolvida por si só, surge o verdadeiro desenvolvimento mais ou menos aos 4 min e 50. Mas, desenvolvimento de que? Se nem a orquestra e nem o violino retomam os três temas anteriores? Como assim? Isso mesmo, surge uma espécie de "desenvolvimento" com motivos temáticos novos. Uma nova música surge! O movimento entre os 5 min e os 7 minutos se apresenta como se fosse outra música, sem temas reconhecíveis. E para piorar, a cadência habitual, que deveria surgir um pouco antes da coda - lá quase no final do movimento, surge, do nada, exatamente no meio do movimento de 15 minutos (mais ou menos na marca dos 7 minutos), de forma longa e elegante. Usando o primeiro tema como embrião melódico. Nunca vi uma cadência tão rica e espetacular quanto essa! Ela vai dos 7 min aos 9 min e 30 seg. A reexposição, que vem logo depois da longa cadência, aos 9 min e 30 seg, adquire relevo inusitado, porque o violino parece improvisar ao absurdo e os três temas são reapresentados de forma demais variada, além do habitual. E a coda? Meu Deus! A sensacional e inteligente coda começa aos 14 min e 15 seg e aos 14 min e 50 seg (pasme!) chega a um ponto de polirritmo onde as madeiras aceleram a música, enquanto o violino mantém o seu ritmo anterior, criando um efeito inovador e perturbador. A escrita do violino recusa qualquer virtuosismo vão e se impôe à custa de uma permanente pesquisa da expressão sóbria e cuidadosamente calculada.O concerto como um todo se apresenta de forma rapsódica e livre! Para não dizer: anárquico! Denison Souza

quarta-feira, 13 de março de 2019

MINHAS EXPERIÊNCIAS EM FRUIÇÃO ARTÍSTICA

A obra de arte mais antiga que já visitei foi a Venus de Winllendorf (Pré-histórico), no museu de historia natural de Viena, em 2014. Tão antigo - mais de 25 mil anos -, que nem em museu de arte está. Visitei um templo neolítico também (Pré-histórico) em Malta, março de 2016. Essas duas foram minhas únicas experiências com obras pré-históricas.
Tive o primeiro contato com obras egípcias no ano de 2006, no Cairo. Em 2005 eu visitei o Louvre, em Paris, mas só vi a esfinge. Não subimos para as salas egipcias. Em 2013, sim, vi a primeira grande exposição egípcia fora do Egito, no Museu Britânico, em Londres. Depois vi com calma as salas egipcias do Louvre, no mesmo ano, 2013, em Paris. E, no ano seguinte, vi as salas egípcias do Museu de Arte de Viena (2014). Todas magníficas. Faltou visitar as obras de Berlim. Quanto as obras mesopotâmicas, vi pela primeira vez em Londres, em 2013. Impressionou as esculturas e relevos de caça aos leões. Depois, deslumbrado, visitei as salas mesopotâmicas do Louvre, em Paris, no ano de 2016. Rico em Esculturas e pinturas. Foi uma novidade para mim. Muito superior a exposição de Paris em relação a de Londres.
Tive contato com a cultura clássica pela primeira vez em Roma, em 2005. Destaque para o Circo Maximo, Banhos de Caracala, Teatro de Marcelo, Forum Romano, Forum Imperial, Mercado de Trajano, Panteão Romano, Ilha Tiberina, Castelo S. Angelo, Palatino e o Coliseu. Além de muitas estátuas clássicas do tempo dos imperadores, visitando os museus do Vaticano e o Museu Capitolino. Marcou-me ver a original estatua da Loba (com Romulo e Remo) no Museu Capitolino, em Roma, em 2005. Visitei a arte grega em vários museus pelo mundo afora, inclusive em São Paulo, mas, o que mais me marcou foi a visita aos Museus do Vaticano (2005 e 2015), Museu Britânico (2013) e Louvre (2005, 2013 e 2016). Destaque para o Laocoonte, a Hermafrodita, as Cariátides, Vitoria de Samotracia, Venus de Milo, esculturas de Fídias e relevos do Partenon. Faltou visitar museu grego em Berlim.
Da arte Medieval, tenho experiência de fruição artística tanto com pinturas e basílicas na Itália; esculturas, castelos e catedrais na Espanha; vitrais em catedrais góticas na Espanha, França e Inglaterra; mosaicos bizantinos em Ravenna, Veneza, Istanbul; catedrais românicas por toda a Europa, templos indianos, sinagogas em istanbul, mesquitas turcas, etc. Giotto apenas visitei seus afrescos em Assis e seu Campanário no centro de Florença. Faltou visitar seus geniais afrescos em Pádua. Dos artistas antigos, Van der Weyden me tirou lágrimas em Madri (2007), vi pela primeira vez Bosch também no Prado, em Madri, já Van Eyck me emocionou em Londres (2013); aliás, a visita ao National Gallery de Londres me proporcionou entrar em contato direto com inúmeras obras primas de diversos períodos da História.
A arte renascentista conheci onde tinha de ser: em Roma e Florença, sobretudo. As obras arquitetônicas de Brunelleschi, entre outros. A primeira obra que vi foi um afresco numa parede na Santa Maria Novella, pintura de Masaccio, em Florença, em 2007. Vi também a arte de Michelângelo (Roma, Florença, Londres e Paris, faltou apenas visitar a Galeria da Academia e a Galleria degli Uffizi, ambas em Florença), Leonardo Da Vinci (Paris e Londres, faltou apenas visitar Ultima Ceia em Milão) e Rafael (Afrescos do Vaticano, obras em museus de Madri, Viena, Paris e Londres, faltou visitar o Uffizi em Florença). Botticelli não cheguei a ver suas obras primas em Florença (Uffizi), mas vi obras no Vaticano e em Madri.
Quanto aos pintores barrocos, vi pela primera vez ao vivo a obra de Caravaggio em Roma, em 2005. Vi as suas obras primas mais conhecidas em igrejas. E toquei em um de seus quadros no Museu Capitolino tambem em Roma. Vi depois outras obras de Caravaggio espalhados pelo mundo afora: Em Salvador (no MAB), Paris, Londres, Madri, Viena...mas nada comparado com o que vi em Roma. Faltou ver suas obras no Uffizi, em Florença. Vi obras de outros pintores barrocos pela Europa. Rubens, vi a sala com quadros imensos dele no Louvre, Paris, 2013; mas vi outras obras de Rubens em Madri, Viena, Londres. Rembrandt foi o que menos vi obras, porque as maiores obra primas dele está na Holanda e eu nunca fui a esse país. Em compensação, vi as maiores obras primas de Velazquez no museu do Prado, em Madri, em 2007 e repeti em 2016. Além de ver outras obras de Velazquez em Viena, Paris e Londres. Vermeer, de surpresa, vi sua maior obra prima: O Estudio do Artista, em Viena, em 2014. Foi sorte! Não sabia que estava lá. Não me lembro de ter visto outra obra dele. Dentre os escultores barrocos, visitei o Extase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini, em Roma, em 2007. Em se tratando de Renascença Veneziana, tão negligenciada nos livros de Historia da Arte, Ticiano é um artista veneziano grandioso. Foi o primeiro artista da Historia a ser reconhecido fora de seu país. Percebi sua obra em Londres (2013), Viena (2014), Madri (2007 e 2016) e no Louvre (2005, 2013 e 2016), onde estão suas mais célebres pinturas. Não notei a presença dele em Veneza tanto quanto fora de lá, artista internacional que é. Em Veneza quem me chamou mais a atenção foi a obra de Giorgione e, sobretudo, Tintoretto. Conheci algumas obras primas de Giorgione na Galeria da Academia de Veneza, em 2014, e Veronese, Bellini, Francesco Guardi, entre outros pintores venezianos.
Os maneiristas conheci em Toledo e Veneza primeiro. Tintoretto me impressionou nesse estilo extraordinário, ao ver sua gigantesca criação pela primeira vez em Veneza (2007). Devo ter visto obras dele em outras cidades, mas, Tintoretto é pra ser visto em Veneza. As suas maiores obras estão na Galeria da Academia de Veneza (vi em 2014), na Grande Scuola de San Rocco (vi em 2007), no Palacio Ducal e na Igreja de La Salute (ambos em 2016). El Grecco é outro grande pintor maneirista. Visitei muitas de suas obras em Toledo em 2007. Depois tive a oportunidade de ver El Grecco no Museu do Prado, em Madri, e em outros museus, mas, as obras de Toledo não me sairam da cabeça. E dentre os escultores, fiquei deslumbrado com o Rapto da Sabina de Giambologna, em Florença, em 2007. Essa foi a escultura mais estonteante que vi na vida.
Conheci Goya em Madri no ano de 2007; chamou a atenção os retratos reais e a Naja desnuda e a Naja vestida. O Museu do Prado tem suas maiores obras primas. Em junho de 2016, estando em Madri de novo, resolvi explorar mais e ver suas obras mais sombrias. Vi algumas obras do grande pintor romântico no Louvre também. Os outros românticos conheci no Louvre, em 2005. A sala dedicada a pintura romântica de Delacroix e Gericault no Louvre é marcante. A Balsa da Medusa, de Gericault, foi o primeiro grande quadro que vi na vida. As pinturas neoclássicas mais famosas do mundo também estão nessa sala. Falando em artistas neoclássicos, visitei esculturas do grande italiano Canova em Viena (2014), no museu Correr, em Veneza (março de 2016) e sua obra mais famosa Psiqué, no Louvre, Paris (setembro de 2016). Dentre os românticos paisagistas, tive um sonho realizado: vi pessoalmente os quadros pastosos de Constable e as maravilhas fluidas de William Turner tanto no National Gallery quanto no Tate Britain, em 2013. E voltei a vê-los juntos no Louvre em 2016, pois visitei a sala espanhola e a sala inglesa contígua.
Os artistas Impressionistas e pós impressionistas conheci primeiramente no Masp, em São Paulo, no começo dos anos 90; me recordo de ter me emocionado com obras de Renoir, Monet, Lautrec, Cezanne, enfim, os impressionistas e pós impressionistas e cheguei a ver algumas obras impressionistas no Museu Thyssen-Bornemisza, em Madri, em 2007. Mas minha grande exploração nesse movimento e período se deu quando visitei o Museu D'Orsay, em Paris, 2016. Ali, sim, entrei em contato com a origem do movimento, visitando obras realistas de Coubert, Millet, entre outros; lá vi obras dos grandes mestres impressionistas, inclusive esculturas belíssimas de Degas (até mesmo a sua famosa Bailarina, que fica em Nova York, mas que estava no D'Orsay, quando eu visitei em 2016) e Gauguin, Cezanne, Van Gogh, Seurat, Signac (este é impressionante demais!), além de esculturas do grande escultor impressionista Rodin; que vi pela primeira vez em Salvador, alguns anos antes.
Dos artistas modernos (século XX) tive experiências magníficas com exposições de Salvador Dalí em Barcelona, Madri, Paris, Salvador (Brasil), etc. Picasso vi no Museu Thyssen-Bornemisza, em Madri, em 2007, mas foi no Regia Sofia que me impactei com suas obras surrealistas, incluindo a célebre Guernica, em 2016. Vi grandes artistas renomados do século XX no Museu Thyssen-Bornemisza e Reina Sofia, em Madri e no National Gallery, em Londres, e me marcou muito ver pessoalmente a força e o poder de um quadro ao vivo pintado por Pollock, no Museu Thyssen-Bornemisza. Não visitei muitos museus de arte do século XX, portanto minhas experiências se resumem a ver quadros cubistas e surrealistas no National Gallery, em Londres e no Reina Sofia e Thyssen, em Madri. E alguma coisa que visitei em Barcelona. Aliás, a arquitetura de Antoni Gaudi foi uma das coisas que mais me marcou em Barcelona.
Ao visitar Buenos Aires a primeira vez, em 2011, visitei o Museu de Belas Artes, mas, infelizmente as salas dedicadas a pintura européia estavam fechadas, mas, tive a sorte de ver, no Malba, o Abaporu, de Tarsila do Amaral, que estava emprestado ao Brasil poucos dias antes e foi válido ver também obras dos mexicanos, como Diego Rivera e Frida Kahlo, além de artistas brasileiros, argentinos, uruguaios e outros da America Latina, enfim... Basicamente, este é um resumo de tudo que vi em Arte.

terça-feira, 12 de março de 2019

MINHA CAÇA AOS MESTRES DA PINTURA E ESCULTURA

Na minha caça aos mestres da Pintura e Escultura cheguei a uma conclusão de que só há poucos mestres da pintura e escultura disponível em livros dedicados somente a um artista em particular. Por exemplo, Tintoretto, artista veneziano que nunca teve destaque nem em livros de historia da arte em geral, cuja obra magnífica tive a sorte de conhecer em Veneza em 2005, 2007, 2014, 2015 e 2016, quando consegui um endereço fixo no centro histórico da cidade. Só conseguimos livros que trate dele especificamente em lingua estrangeira: Italiano, sobretudo. Inglês, alemão e francês, claro, pois são povos pesquisadores, interessados em arte. E com muita dificuldade, em espanhol. Nenhum livro em portugues. São poucos os artistas que estão presentes em coleções individuais de grandes mestres da pintura e escultura. As editoras são unânimes em incluir apenas os seguintes mestres: Da Renascença: Michelangelo, Bottichelli e Leonardo Da Vinci. O impressionismo também é valorizado: Monet, Renoir e Degas. Entre os pós impressionistas, estão sempre presentes: Paul Cezanne, Van Gogh e Lautrec. Dos românticos apenas Francisco Goya consta. Entre os artistas barrocos, Rembrandt. O único mestre antigo (gótico) que está em todas as publicações, sem exceção, é o genial e original Bosch. E representando o seculo XX, apenas Salvador Dalí está presente em todas as coleções editoriais sobre mestres da pintura e escultura, por todo o mundo, traduzido em todas as linguas possiveis. Entre os mestres que estão em coleções individuais que aparecem em quase todas as publicações, que inclui a lingua portuguesa, temos: Caravaggio e Velazquez, que não aparecem em todas as publicações, mas aparecem na maioria delas. Mais dois mestres barrocos para fazer companhia a Rembrandt. Os dois maiores mestres do século XX também aparecem em algumas publicações, não em todas. Picasso e Matisse. Estão nesse grupo mestres como Chagall, Manet, Gauguin, Kandinsky (o unico abstrato realmente bem divulgado), Paul Klee e Klint. Mestres como Rodin são dificeis de achar em portugues, assim como Ticiano, Rafael (por incrível que pareça), Vermeer, Rubens, Balthus, Pissarro, William Turner, muito dificeis. Se procurar pesquisar livros especializados em artistas mais raros ainda, se prepare para entender linguas como o italiano ou o ingles; são o caso de Bellini, Van Eyck, Canova, Tintoretto, Giorgione, Tintoretto, Veronese, Francesco Guardi, entre outros. Primeiro que os escultores mais populares sao Michelangelo e Rodin. Todos os outros, como Canova, por exemplo, são pouco conhecidos. Mesmo o lado escultor de Degas e Picasso são pouco explorados nos livros. Lamentável que, diante de tantos artoistas realmente interessantes, os livros e editoras que publicam coleções individuais de mestres da pintura só focalizam mais a Renascença e o Impressionismo, os pintores italianos (exceto Venezianos), os pintores franceses e alguns espanhóis, além de um ou outro de alguns países europeus, como Klint, por exemplo. Criando publicações parecidas com "cartas marcadas", alienando os leitores. Não tem jeito, enfim, só se conhece Arte indo a Europa e visitando as obras ao vivo e comprando livros em lingua estrangeira, não tem outro jeito. E é o que tenho feito ao longo dos anos.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Sete Maravilhas - Contemporâneo

Idade Contemporânea:

Castelo Neuschwanstein próximo a Munique Alemanha



Parlamento Inglês Londres Inglaterra



Chhatrapati Shivaji Terminus 
Mumbai Índia



Casa Milá Barcelona Espanha



Chrysler Building Nova York USA



Rashtrapati Bhavan Nova Délhi Índia 



Empire State Building Nova York USA



Torres gêmeas Petronas  Kuala Lumpur Malásia 



Burj Khalifa Dubai Emirados Árabes 
























Denison Souza 

Sete Maravilhas - Moderno

Idade Moderna:

Mausoléu de Taj Mahal Agra Índia



Catedral de São Basílio Moscou Rússia



Mesquita del Viernes Délhi Índia



Castelo de Chambord França 



Templo Virupaksha Karnataka Índia 



Basílica de São Pedro Vaticano



Mesquita do Sheik Lotf Allah Isfahan Irã




 Belvedere Viena Áustria



Palácio de Versailles França 







Sete Maravilhas - Medieval

Idade Média:

Catedral Reims França 



Cúpula da Rocha Jerusalém Israel



Muralha da China toda a nação China



Complexo Monumental do Sultão Hasan Cairo Egito



Alhambra Granada Espanha



Hagia Sofia Constantinopla Turquia



Templo de Kailashnath Maharashtra Índia

 

Grande Mesquita de Mecca 
Arábia Saudita



Templo Borobudur Magalang Java Indonésia 



Templo Brihadishvara Tamil Nadu Índia 



Angkor Wat Siem Reap Camboja 



Sainte-Chapelle Paris França 


Notre Dame Paris França 



Complexo Religioso Pisa Itália

 


Templo do Pavilhão Dourado Kioto Japão 


Catedral Florença Itália



Castelo de Sully-sur-Loire França



Palácio Ducal Veneza Itália