CINEMA, MÚSICA, PINTURA

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Denison Souza, arte-educador, escritor free lancer;

meu trabalho já foi publicado no Jornal do Recôncavo e Correio da Bahia

domingo, 28 de novembro de 2010

O LIMITE DE EXPRESSÃO DE QUEM LÊ POUCO

O ser sociável é construido a partir da palavra. Se ele não mantém o hábito de leitura, ele não vai saber reivindicar, nem convencer, nem argumentar de forma eficiente. O sujeito que não lê possui menor gabarito, portanto, menor leque de opções de palavras para a sua exposição oral.

Não ter leitura é limitador. Saber escrever, ler e falar, liberta. O brasileiro precisa adquirir o bom hábito da leitura, como acontece em cidades como Buenos Aires, Madri ou Paris...onde a quantidade enorme de pessoas lendo qualquer coisa nas ruas, nos metrôs, nos cafés, assusta.

Um país melhor se faz por pessoas que tem o hábito de ler. Pois, daí surge o falar melhor, o escrever melhor...o ler cada vez melhor.

3 comentários:

  1. Concordo com suas observações a respeito da importância da leitura, porém, infelizmente o Governo não investe na Educação. A Educação, como dizem muitos, e você mesmo citou liberta. Mas será que é essa a intenção dos nossos governantes?? Uma mente liberta?
    Por outro lado, achei meio romântica a sua comparação. Sim certamente, o brasileiro deve adquirir bons hábitos de leitura, mas além do não-incentivo para essa leitura, uma vez que a educação pública não tem a assistência que deveria ter do governo, e nosso índice de analfabetismo é muito, muito grande, muitas vezes ele não possui recurso necessário para tanto, como acontece em Paris ou Madri, onde nas praças públicas é notório o gosto pela leitura. Além da tranqüilidade proporcionada por um sistema de segurança pública que não temos a felicidade de conhecer por aqui, eles não têm ônibus lotados, praças abandonadas tomadas por meninos de rua, que ficam na espreita, esperando um momento de distração de sua próxima vítima.
    Buenos Aires, Madri ou Paris são países com realidades sociais completamente diferentes do Brasil. Em Buenos Aires por exemplo, a educação primaria é gratuita, é baixa a taxa de analfabetismo por lá. Não vou citar Madri ou Paris, você já deve imaginar o motivo. Se tivermos que fazer comparação é melhor que fiquemos entre os países da America, e de preferência os do MERCOSUL.
    Temos sim que ler, concordo sob todos os aspectos nesse sentido, mas sem comparações com países Europeus, por favor.
    Espero não ter sido inconveniente, voltarei caso não tenha causado a você má impressão por ter discordado parcialmente do que postou.
    Até breve.

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  2. No terceiro parágrafo, onde se lê "países" leia-se "cidades". Erro de digitação por empolgação e descuido ortográfico. Nada geográfico, rss

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