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CINEMA, MÚSICA, PINTURA

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Denison Souza, arte-educador, escritor free lancer;

meu trabalho já foi publicado no Jornal do Recôncavo e Correio da Bahia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Vaguinho e seu Prelúdio

Boiando na piscina do meu clube - do tamanho da piscina de um Resort - fiquei pensando sobre assuntos musicais. Beethoven (Beto) quis cobrir todos os gêneros possíveis; essa atitude revela suas fragilidades. Por exemplo, ele não superou Mozart no gênero quinteto para cordas e nem em sua música de câmera para sopros. Seus romances e divertimentos não chegaram ao nível do mestre de Salzburgo, nem no gênero lied (canção) superado por Schubert, e nem no gênero balé superado por Tchaikovsky anos depois. Escreveu apenas uma ópera, com muita dificuldade, que quase acabou com suas energias. Não era um grande escritor de gênero. Apesar da dignidade de Fidelio, Foi uma obra que nasceu com muita dificuldade e revelou a sua fragilidade. Nesse aspecto surge Richard Wagner (Vaguinho para os chegados), que resolve fazer com que sua obra, influenciado pela Nona de Beto, contivesse Tudo. Aglutinasse tudo. Se dedicar a um só gênero foi uma atitude inteligente de Vaguinho, seguida por seu discípulo retardado Bruckner, que eu - como retardado e também todo retardado - , adora. Claro que adoro Tristão e Isolda, Parsifal; mas os Anéis, foco em DAS RHEINGOLD, para mim é a melhor obra operística. Para os chegados, está tudo lá: o Cosmo, toda história da humanidade está lá, A Nona, tudo. Observa essa introdução, é um Prelúdio: http://youtu.be/_1zsSaLiD7Q

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